por Caetano Couto e Rodrigo Wozniack

O Festival de Curitiba começa na segunda, dia 30 de março, mas a cidade já está no ritmo do teatro há semanas. E não só isso, a economia da capital paranaense demonstra agitação. Um levantamento da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) estimou que o impacto de R$ 20 milhões do ano passado já foi superado e a previsão é que o Festival movimente pelo menos R$ 50 milhões na edição de 2026. 

Bruna Bggioria, gerente do Hotel Mabu, o parceiro oficial de hospedagem e alimentação do Festival, afirmou que a rede hoteleira já está se aproximando a 80% de lotação. “Durante 15 dias, a cidade respira o Festival”, respondeu ela à reportagem. Desenha-se um cenário onde os bares, restaurantes e hotéis ficam cheios e lucram durante a Mostra Cultural, nessa época, a cidade se torna polo de encontro e consumo. 

Luciana Mercês é frequentadora ativa do Festival e suas atrações, mas também dos estabelecimentos que atendem ao redor dos teatros. “A nossa cidade recebe um intercâmbio. Um intercâmbio que se traduz em reuniões em ótimos espaços culturais, mas também em ótimos bares e restaurantes”, afirmou ela. 

Bggioria afirmou que o Festival tem crescido, em tamanho e diversidade de atrações. As expectativas para as duas semanas de Festival de Curitiba são grandes, tanto financeiras quanto culturais e a cidade estará cheia.

Confira a versão em áudio dessa reportagem no Spotify:


Texto: Rodrigo Wozniak e Caetano Couto
Edição e sonorização: Rodrigo Wozniak
Produção: Rodrigo Wozniak, Caetano Couto e Kenson Koskur