dom 17 out 2021
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Juventude e fé: o próximo destino é o Brasil

Jovens representantes de vários países do mundo aos pés do Cristo Redentor – símbolo máximo de fé na cidade do Rio de Janeiro. Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

A Jornada Mundial da Juventude acontece a cada três anos desde 1986. A primeira edição teve lugar em Roma e, criada pelo Papa João Paulo II, foi motivada pelo afastamento dos jovens em relação à Igreja na época. A 28ª edição aconteceria no Rio de Janeiro em 2014, mas foi adiantada para os dias 23 a 28 de julho deste ano para não coincidir com a Copa do Mundo.

O objetivo do encontro que reúne jovens cristãos do mundo inteiro é celebrar a fé e compartilhar diferentes culturas através de encontros com o Papa, atrações culturais, oficinas vocacionais e palestras. A importância está na união de uma juventude que tem interesses em comum e busca experiências novas.

Há quem torça o nariz para qualquer manifestação religiosa desse tipo, mas o que vale nessa hora é praticar a tolerância. A intolerância existe de ambos os lados, dos que participam da Igreja e dos que a criticam. Evitar a rivalidade entre religiões – ou entre religiosos e não religiosos – em uma nação que se considera sem preconceitos é essencial.

Os princípios religiosos cristãos giram em torno da paz e da boa convivência com o próximo. Não dá pra generalizar e pensar que todo evangélico pensa como tal pastor extremista, por exemplo – todo indivíduo tem sua própria consciência. Líderes religiosos podem ensinar algum caminho, mas é o fiel quem tem o poder de afirmar se aquele é ou não o certo.

São os extremistas e os corruptos que mancham a imagem de certas instituições, como partidos políticos e instituições religiosas. Para os jovens brasileiros, fica o papel de mostrar o real valor da fé num país onde polêmicas originadas de grandes líderes religiosos tomam proporções cada vez maiores.

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