seg 25 out 2021
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Escolhas da produção: editoria de Cultura elege seus filmes, livros e álbuns favoritos para 2014

Ter interesse pela cultura em geral e por produtos culturais é algo muito comum no estudante de jornalismo. Em geral, eles já entram na faculdade com algum interesse em determinado aspecto da cultura, como dança, música, literatura, cinema, fotografia, artes, teatro. No decorrer dos anos, só se aprofunda e aumenta. Esse interesse é o que torna a cobertura da área muito importante para os alunos, que se engajam e empenham neste assunto.

No decorrer deste ano, nossa editoria de Cultura foi uma editoria muito prolífica e que cobriu eventos culturais importantes em Curitiba, como a Corrente Cultural, Copa do Mundo e Festival de Teatro. Essas coberturas, ano após ano, vêm se transformando em tradicionais no jornal e melhoraram muito nos últimos tempos.

Com esse interesse pulsante no que está sendo feito e em acompanhar o que há de melhor por aí no meio cultural, não é de se estranhar que nossos repórteres e editores também tenham seus favoritos. Pensando nisso, e a convite da direção do jornal, a editoria teceu seu staff’s pick para 2014: filmes, livros, álbuns nacional e internacional. Com exceção dos livros, as outras categorias trazem exclusivamente lançamentos deste ano. Acompanhe as escolhas de Aléxia Saraiva, Bruno Vieira, Julia Kreuz, Kaleb Ferreira, Lucas PanekMiguel Mello e Victoria Tuler.

A Editoria de Cultura do Jornal Comunicação, da esquerda para a direita: Aléxia Saraiva, Bruno Vieira, Miguel Mello, Kaleb Ferreira, Victoria Tuler, Lucas Panek e Julia Kreuz
A Editoria de Cultura do Jornal Comunicação, da esquerda para a direita: Aléxia Saraiva, Bruno Vieira, Miguel Mello, Kaleb Ferreira, Victoria Tuler, Lucas Panek e Julia Kreuz

Filmes

Lucas Panek: Hoje eu quero voltar sozinho (Daniel Ribeiro)

Hoje eu quero voltar sozinho é um dos longas nacionais mais premiados da última década. A obra, que partiu de um curta metragem com mais de 3 milhões de acessos no Youtube, tece o romance de dois garotos, um cego, que descobrem a homoafetividade através de passeios de bicicleta, passos de dança e muita gentileza.

Bruno Vieira: Her (Spike Jonze)

Quase tudo sobre Her é incrível. A fotografia e direção de arte impecáveis transbordam aos olhos, e a fantástica trilha sonora da banda Arcade Fire dá o tom melancólico ao longa. Jonze inova, arrisca, e entrega um filme com uma premissa que pode causar estranheza, mas que funciona muito bem graças a suas saídas criativas. Joaquin Phoenix comove com seu jeito recolhido e sensível, construindo um personagem frágil e emocionante. Scarlett Johansson, não fica atrás, e cativa sem aparecer em tela uma única vez, apenas por sua voz. Em suma: um filme para se ver, rever e guardar no coração.

Aléxia Saraiva: Nebraska (Alexander Payne)

Filme maravilhoso. Ainda que mais nada valesse a pena, só sua fotografia, toda em preto e branco, já faria dele sensacional. Mas não: há também as atuações de Bruce Dern e June Squibb – que, convenhamos, é o ideal da velhinha simpática – que são cativantes e passam uma simplicidade de caráter muito rara, tanto no cinema como na vida real. A cumplicidade do personagem David (Will Forte) é tocante, comovente. Além de tudo, a trilha sonora se encaixa com perfeição. Esse filme é surpreendente em todos os sentidos.

Victória Tuler: Ninfomaníaca (Lars von Trier)

Dividido em duas partes, o longa de Lars Von Trier é protagonizado por Joe (Charlotte Gainsbourg, na fase adulta), uma mulher que se descobre viciada em sexo desde a infância e, após sofrer uma agressão, conta sua trajetória a Seligman (Stellar Skarsgard), o homem que a resgatou. Apesar de se tratar de um filme recheado de cenas explícitas, a gigantesca carga emocional do relato de Joe e as intervenções de seu interlocutor quebram a expectativa de qualquer um que recorra à obra esperando por um flerte com a pornografia. Sem lições de moral, Ninfomaníaca é um retrato do julgamento e sensação de culpa atrelados ao sexo em nossa sociedade, sobretudo quando se trata da vida sexual de mulheres.

Julia Kreuz: Interestelar (Christopher Nolan)

O melhor filme do ano chegou tarde, mas valeu a espera. Interestelar combinou fatos científicos bem estudados com um enredo escrito de forma impecável e muito emocionante. O elenco já consagrado, mais uma vez, não decepcionou. Mathew McConaughey, Anne Hathaway, Michael Caine e Jessica Chastain são, sem dúvidas, parte importante do sucesso do longa.

Kaleb Ferreira: O Lobo de Wall Street (Martin Scorsese)

O filme conta a história de Jordan Belfort, ex-corretor da bolsa de valores, que construiu um império também conhecido como Stratton Oakmont. O roteiro é baseado na autobiografia homônima de Belfort e mostra a realidade de enriquecimento rápido e vida de prazeres dele, de seus sócios e de seus empregados, que têm uma compulsão por vender e enriquecer. Podemos destacar nesse filme, indicado a cinco Oscars, dois trabalhos. O primeiro, de Martin Scorsese, como diretor. O cineasta, famoso por clássicos como Taxi Driver e Os Infiltrados, não deixa de apresentar trabalhos de altíssima qualidade. Tanto o Lobo, quanto o longa anterior – A Ilha Do Medo, de 2010 – mostram que o Scorsese realmente é um dos grandes expoentes do cinema mundial. Outro destaque é para a atuação de Leonardo DiCaprio, protagonista, que interpreta Jordan Belfort. A atuação dele é bem dinâmica e sua relação com Scorsese parece ter ajudado: os dois já trabalharam juntos em quatro filmes – Gangues de Nova York (2002), O Aviador (2004), Os Infiltrados (2006) e A Ilha do Medo (2010).

Miguel Mello: Sin City 2- A Dame to Kill for (Robert Rodriguez e Frank Miller)

Seguindo os passos do primeiro filme, Sin City 2 traz o mesmo formato de sucesso. Várias pequenas histórias, sem preocupação com a cronologia, mas que se ligam de alguma forma no contexto geral do filme. A fotografia também mantém o padrão, com o filme quase todo em preto e branco, mas com algumas cores fortíssimas contrastando, como o vermelho do batom e sangue. Quem gostou do primeiro provavelmente vai gostar de passar mais uma noite na cidade do pecado.

 

Álbum Nacional

Lucas Panek: Insano (Jamz)

Segundo lugar da competição de bandas Super Star, Jamz encanta com o swing e o Blues das suas composições originais no álbum Insano, título da melhor faixa do grupo.

Bruno Vieira: O Terno (O Terno)

Os paulistas já haviam conseguido a atenção de público e crítica com seu primeiro álbum 66, lançado em 2012. O jeito irreverente, sarcástico e ácido das composições do trio só se afirma no seu segundo álbum homônimo. Misturando referências do rock clássico, de garagem e psicodélico, O Terno apresentou uma evolução monstruosa nesse álbum, entregando um disco coerente e de ótima qualidade. Os meninos vieram para ficar.

Aléxia Saraiva: Banda do Mar (Banda do Mar)

Depois de muitas parcerias em projetos solos, o (fofíssimo) casal Mallu Magalhães e Marcelo Camelo finalmente se juntou, em parceria com o músico Fred Ferreira, num projeto com nome e sobrenome: a Banda do Mar. Os ingressos esgotados na turnê nacional que começou em outubro refletem a satisfação da legião de novos fãs. O disco mistura pop com surf music e, segundo Camelo, “ouvindo as melodias do disco eu lembro da luz de Portugal na primavera”. Resumindo: quatorze faixas ideais para embalar um dia de verão.

Victória Tuler: Convoque Seu Buda (Criolo)

O terceiro disco do rapper paulistano não é um “álbum visual” – nomenclatura usada para a nova tendência do mercado americano, em que todas as faixas do CD ganham um videoclipe – mas é como se fosse. Com muita sobriedade e uma diversidade de ruídos peculiares, como passos acelerados e o zunido metálico de uma espada, Convoque seu Buda é capaz de transportar o ouvinte para um cenário de caos urbano numa experiência única. Num notório amadurecimento em relação aos trabalhos anteriores, Criolo passeia entre citações a Nietzsche e a si mesmo, com um senso de humor admirável (o verso A alma flutua/Leite a criança quer beber/Lázaro, alguém nos ajude a entender é uma referência a uma entrevista do próprio cantor que virou piada na internet). A alternância entre ritmos como reggae e samba também acentua a maravilhosa sensação de bagunça organizada. Vale comentar a capa maravilhosa, que é uma obra de arte à parte e traduz toda a atmosfera do álbum.

Julia Kreuz: Banda do Mar (Banda do Mar)

Tenho que concordar com a Aléxia nesse ponto. O álbum lançado por Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Fred Ferreira me fez retomar o hábito de ouvir músicas nacionais, que andava meio adormecido pela falta de lançamentos que fizessem o meu estilo. Admito que, julgando pelos trabalhos passados dos componentes da banda, não esperava gostar tanto do álbum. Felizmente, me enganei. As linhas melódicas e as letras das músicas se encaixam nas vozes de Camelo e Mallu, e fazem desse CD a melhor experiência musical de 2014.

Kaleb Ferreira: Convoque Seu Buda (Criolo)

O álbum mais recente do Criolo saiu apenas no dia 3 de novembro, bem no finalzinho do ano, mas se destacou dentre as obras lançadas em 2014. O rapper, que já tinha dois trabalhos lançados (Ainda Há Tempo, 2006, e o Nó na Orelha, 2011), supera as expectativas e mostra um amadurecimento musical. Os arranjos são muito criticados nesse estilo por serem mais simples, repetitivos às vezes. E um dos destaques desse álbum é isso: a musicalidade, os arranjos, as melodias. E tudo isso sempre trabalhando com diversas influências musicais, do samba ao reggae, sempre com a roupagem do rap, da rima, da poesia. As críticas sociais, também presentes nos outros álbuns, continuam fortes, tratando de temas como a indiferença e consumismo, sempre com um sarcasmo e astúcia que refletem bem o estilo do paulistano-cearense “Criolo Doido”.

Miguel Mello: Rasura (Ruído/MM)

A banda instrumental curitibana traz em seu quarto álbum de estúdio um som ainda mais maduro, intimista e bem ambientado do que os seus já muito bem feitos álbuns anteriores. Um trabalho totalmente instrumental não é tão fácil de digerir quanto outros de música pop tradicional. Mas, pra quem curte um trabalho mais progressivo, em que as faixas “conversam entre si” e levam o ouvinte a “outra dimensão”, esta obra vale ouro.

 

Álbum Internacional

Lucas Panek: Mind over Matter (Young the Giant)

Lançado no início deste ano, Mind over Matter, da Young the Giant, acompanhou meu trabalho ao longo de 2014, servindo boa dose de inspiração. Apesar de perder a carga sentimental do primeiro disco, que tinha seu apogeu em Cough Syrup e Apartment, a banda se superou com faixas trabalhadas em instrumentais que cravam sorrisos no rosto.

Bruno Vieira: Rooms of the house (La Dispute)

Se tem uma banda que consegue transbordar emoção nas suas músicas é a La Dispute. O som deles é difícil de definir mas passeia pelo post-hardcore e spokenword majoritariamente. Em Rooms of The House a banda traz um trabalho bem mais leve que os anteriores, com menos guitarras distorcidas e mais vocais limpos. O destaque fica, como sempre, para o conceito e letras desenvolvidos pelo vocalista Jordan Dreyer. A capacidade de Dreyer para contar histórias e desenvolver letras ao mesmo tempo complexas, emotivas e intimistas é de outro mundo. Inovaram e mantiveram o nível.

Aléxia Saraiva: Supermodel (Foster the People)

Já consagrados como uma das melhores bandas indie-pop e com lugar reservado para o Lollapalooza Brasil 2015, o Foster the People seguiu a linha do seu primeiro álbum, Torches, e acertou. Ainda que tenha mostrado um lado experimental da banda que ainda não era conhecido, Supermodel é um segundo disco coerente com o sucesso estrondoso do primeiro. Não nega suas origens ao mesmo tempo em que mostra uma evolução da banda. Um prato cheio pra quem adora o lado indie dos sintetizadores.

Victória Tuler: No Mythologies to Follow (MØ)

Quem escuta a dinamarquesa MØ em “Beg for It”, parceria com Iggy Azalea, nem imagina que a a estreante é responsável por um dos melhores lançamentos pop de 2014. Num inusitado encontro entre indie pop e música eletrônica, No Mythologies to Follow provoca o ouvinte com um mix entre refrões grudentos e sintetizadores; rimas clichês sobre romances adolescentes e reflexões complexas e abstratas; gritos agudos e o efeito de voz duplicada, que promove o tom da cantora a algo quase cavernoso e perturbador. Com referências fortes à disco music, No Mythologies to Follow traz o frescor e a inventividade que faltaram à maior parte dos lançamentos ao longo desse ano.

Julia Kreuz: Turn Blue (Black Keys)

Sou suspeita para falar sobre Black Keys, mas o álbum lançado em maio deste ano superou minhas expectativas. O som trazido por Dan Auerbach e Patrick Carney difere bastante de El Camino, o trabalho anterior da dupla, e voltou a se aproximar mais do estilo que a banda fazia no início de sua carreira em 2001. Como sempre, a banda preza por sequências de acordes mais simples, e prioriza a atenção a riffs ou instrumentos de percussão.

Kaleb Ferreira: Royal Blood (Royal Blood)

Queria falar aqui de muitos trabalhos, como o Turn Blue (The Black Keys) ou o Gary Clark JR. Live (Gary Clark Jr.) — que por sinal é sensacional —, mas não tem como não reconhecer a importância e o peso do primeiro álbum do Royal Blood. O duo inglês se formou no ano passado e alguns meses depois já lançava o seu primeiro EP, Out of the Black. Com quatro músicas, apenas a pesada “Hole” não entrou no Royal Blood, lançado em agosto desse ano. Mesmo sendo formada apenas por Mike Kerr (vocais e baixo) e Ben Thatcher (bateria), o som não deixa a desejar. Com um pé forte no blues e no garage rock, eles fazem um som bem característico, com pegada, devido ao riffs e o baixo marcante de Kerr e a bateria frenética e genial de Thatcher.

Miguel Mello: Lazzareto (Jack White)

O segundo álbum solo do músico americano manteve o nivel do primeiro. No sucessor de Blunderbuss, Jack White mostra algumas sonoridades diferentes das que o fizeram marcar época em bandas como o The White Stripes, The Racounteurs, e do próprio álbum de estreia da carreira solo, com uma (ainda) maior experimentação musical. Lançado em 10 de julho pela Third Man Records, Lazzareto traz como ponto alto as faixas Would You Fight for My Love? e Just One Drink, além da faixa homônima do álbum.

 

Livros

Lucas Panek: Antes de nascer o mundo (Mia Couto)

O escritor moçambicano Mia Couto é um dos principais nomes da literatura africana. Homenageado pelo Prêmio Camões em 2013, Mia Couto afina os silêncios da África em um livro espetacular intitulado Antes de nascer o mundo.

Bruno Vieira: O livro dos abraços (Eduardo Galeano)

Contos? Crônicas? Ensaios? Poesias? Essa obra de Galeano é um pouco de tudo isso. Li esse livro apenas esse ano e rapidamente ele se tornou uma referência para a minha vida. Galeano retrata as fragilidades e os pequenos momentos da vida em textos curtos e arcos temáticos, trazendo trechos da história do autor, de personagens que conheceu e lugares que viveu – todos misturados. Galeano retrata inclusive as brutalidades das ditaduras, as incertezas e a melancolia da vida dessa mesma forma quase etérea e pulsante. Um livro eterno, que jamais vai envelhecer enquanto houver vida dentro de nós.

Aléxia Saraiva: Os Miseráveis (Victor Hugo)

Tendo começado em janeiro e terminado em dezembro, eu não poderia deixar de citar Os Miseráveis como livro do ano. Não só por ter superado as mil e quinhentas páginas mas por ter sido um marco literário. Publicado em 1862, Victor Hugo é capaz de destrinchar a personalidade humana de maneira inigualável, tanto para bem como para o mal, e escrever sobre política, amor e dinheiro com a maior propriedade. Sobre isso não tem o que comentar: é o melhor livro que já li e recomendo pra absolutamente qualquer um.

Victória Tuler: As Virgens Suicidas (Jeffrey Eugenides)

A tragédia anunciada no título não diminui o interesse do leitor na história de Cecília, Bonnie, Lux, Mary e Therese, cinco irmãs criadas por um pai apático e uma mãe religiosa e muito rigorosa. Privadas de prazeres simples da adolescência, como usar maquiagem, namorar, sair com amigos ou frequentar festas, as garotas da família Lisbon vão murchando lentamente enquanto se fecham em um universo particular. A narrativa fica a cargo dos garotos do bairro, intrigados com a aura de mistério que cerca as meninas mais bonitas e inacessíveis da rua. Emocionante e aterrador, As Virgens Suicidas nos leva a refletir sobre a depressão e tragédias anunciadas sutis que podem estar presentes em nosso cotidiano. E geralmente estão. Vale a pena também conferir a adaptação cinematográfica, dirigida por Sofia Coppola.

Julia Kreuz: Tempo Bom, Tempo Ruim (Jean Wyllys)

Apesar de não ter lido muito neste ano, devo destacar o novo livro do deputado Jean Wyllys como o melhor lançamento. Sua escrita se desenvolve de forma agradável, e se equilibra com as histórias reais e, ocasionalmente, bastante chocantes contadas na obra. Jean Wyllys novamente se mostra um homem imensamente culto e talentoso.

Kaleb Ferreira: Maldita (Chuck Palahniuk)

O livro é a continuação de outro romance de Palahniuk, Condenada, que conta as aventuras de Madison Spencer, uma garotinha de 13 anos que tem uma overdose de maconha e vai para o inferno. Filha de um casal de milionários, ela descobre muitas coisas da vida no inferno e direciona mensagens diretas ao Satã. Já em Maldita, Madison fica presa no purgatório (também conhecido como Terra) e pode ver e ouvir detalhes do que deixou para trás, mas sem interagir com ninguém. A garotinha descobre diversas coisas e percebe como Satanás sempre teve sua condenação em vista, assim como o plano dele para a humanidade. Chuck Palahniuk é mais conhecido por ser o escritor de Clube da Luta, que foi posteriormente adaptado por David Fincher para o cinema. O escritor, entretanto, possui outros treze romances, sendo que nove desses já foram traduzidos para o português. Estima-se que Palahniuk tenha vendido mais de cinco milhões de cópias somente nos Estados Unidos.

Miguel Mello: Crazy Diamond – Syd Barret e o surgimento do Pink Floyd (Mike Watkinson e Pete Anderson)

Uma biografia muito bem feita sobre um dos maiores loucos da história da música. A narrativa conta a história de Syd Barrett, fundador do Pink Floyd, que devido aos abusos de drogas alucinógenas, como o LSD, acabou expulso do grupo. O livro é interessantíssimo por trazer à tona uma mente brilhante e perturbada, ao mesmo tempo em que documenta historicamente o surgimento de uma das maiores bandas de todos os tempos.

 

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