qua 27 out 2021
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Segundo o Ipea, jovem negro corre 3,7 por cento mais risco de ser assassinado

Um estudo divulgado hoje (17) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea),  com relação ao preconceito no Brasil, provou o que muitos já sabiam: adolescentes negros estão mais sujeitos a serem assassinados que pessoas brancas da mesma idade.

Com o título “Segurança Pública e Recismo Institucional”, o estudo é parte do “Boletim de Análise Político-Institucional” do órgão Ipea. Nele, dados mostram que as chances de um jovem negro ser vítima de um homicídio é 3,7 maior. O trabalho procura mostrar que a população negra sofre discriminação tanto por sua situação social quanto por sua cor.

De acordo com Daniel Cerqueira, diretor da Diretoria de Estudos e Políticas do Estado das Instituições e da Democracia (Diest), a taxa de homicídios de negros é de 36,5 por 100 mil habitantes, enquanto a de brancos é de 15,5 por 100 habitantes.

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