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ter 25 jun 2024
HomeDestaquesCuritiba recebe o 8º Campeonato Brasileiro de Bike Polo

Curitiba recebe o 8º Campeonato Brasileiro de Bike Polo

Após quatro anos de hiato, o evento bate o recorde de inscritos, atrai atletas nacionais e internacionais e se torna um marco na representação esportiva

A capital paranaense foi sede da maior competição de Bike Polo do país entre os dias 12, 13 e 14 de outubro, na Casa do Estudante Universitário (CEU). Apesar das chuvas frequentes nos dois primeiros dias, o evento desbancou o recorde nacional de inscritos e se tornou um marco ao receber uma quantidade expressiva de atletas, entusiastas do esporte e do ciclismo.

Além de atletas locais, o 8º Campeonato Brasileiro contou com equipes de diversas cidades como Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo, Santos, Belo Horizonte, Brasília e Recife. A conexão geográfica é tão ampla que alguns atletas do Chile, Bélgica e Portugal participaram do evento — é permitido o ingresso de estrangeiros na competição desde que haja pelo menos dois atletas brasileiros na equipe.

Embora o fim de semana tenha sido presenteado com um feriado nacional e um recesso, o tempo não cedeu. Curitiba teve chuvas intensas, temperaturas baixas e, conforme o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), rajadas de vento que ultrapassaram os 21 km/h. Contudo, o tempo desfavorável não impediu o campeonato, que, apesar dos pesares, ocorreu sem estorvos em uma quadra sem cobertura. 

“No início, houve algumas resistências sobre não jogar na chuva, mas, ao final, todos concordaram. Isso acontece porque as pessoas ao seu redor estão torcendo e você está se divertindo na quadra. É uma confraternização. Mas, é claro, todos prefeririam jogar em um local coberto e com uma quadra menos escorregadia. As finais, pelo menos, foram com o tempo mais aberto”, disse Benedito Fernandes, 17, membro do Bike Polo Curitiba e organizador do campeonato.

Na disputa, duas equipes com três atletas cada usam bicicletas e tacos curtos para tentar marcar pontos em um gol pequeno. A bola é de hóquei e o jogo é rápido e cheio de ação, com partidas que podem durar de 10 a 15 minutos. Foto: Felipe Barreto,

Benedito aponta que, apesar da conexão entre o Brasil e o exterior, o Bike Polo nacional carece de apoio público para a criação de espaços específicos.  Afinal, muitos jogadores precisam dividir a quadra com outras pessoas que jogam basquete ou futebol e, às vezes, os praticantes desses esportes não querem dividir o espaço. Assim como outras cidades brasileiras, Curitiba não tem um espaço para a prática da modalidade.

Para os membros do Recife Bici Polo, fundado em 2012, além das dificuldades materiais e estruturais, a questão de gênero é um dilema a ser encarado. O grupo reconhece que o Bike Polo é um esporte marcado pela presença masculina, e visa mudar essa perspectiva para torná-lo mais inclusivo. Além disso, o grupo diz haver entraves na parte logísticas e financeiras que, por exemplo, impediram a vinda de todos os membros da equipe para Curitiba. Afinal, envolve passagem aérea, o despacho de bagagem (bicicleta) e outros custos relacionados a uma viagem.

Por ser uma modalidade desconhecida, ela atrai diversos obstáculos que vão além da falta de espaço, como encontrar pessoas interessadas em praticar, questões estruturais nas cidades e a carência de quadras públicas adequadas para a prática do esporte. Além disso, é difícil comprar os equipamentos porque a maioria deles só está disponível fora do Brasil.

A queixa em questão é uma declaração do grupo Bike Polo Floripa, criado em 2016 por amigos que pedalavam juntos na cidade de Florianópolis. O grupo conta que conheceu o esporte por meio das imagens das partidas internacionais e, logo depois, entraram em contato com o Brasil Bike Polo, que os incentivou a começar a praticar, instruindo a construção de materiais de forma “faça você mesmo”. A partir de então, o grupo passou a se reunir com frequência para aprender e praticar este esporte. De Florianópolis, vieram mais de 15 participantes para o campeonato.

O esporte surgiu em 1891, na Irlanda, e começou a ser praticado no Brasil em meados de 2009. Nos últimos anos, a comunidade brasileira da modalidade tem crescido, e diversas cidades passaram a sediar eventos e competições locais. Foto: Eric Rodrigues/Jornal Comunicação.

Conquistas, visibilidades e perspectivas 

A edição atual foi marcada por uma série de conquistas coletivas, tais como a inscrição obrigatória de equipes mistas; a participação recorde de 18 equipes no Brasileiro de Bike Polo; e o surgimento do 1º Torneio para dissidentes, uma competição inclusiva voltada para mulheres cis, pessoas trans e não binárias, que teve oito equipes e ocorreu no último dia do campeonato. 

Em relação à consagração do torneio inclusivo, Mands, 28, que se identifica como uma pessoa não binária, veio de Porto Alegre com outros 18 atletas para a atual edição do campeonato e contribuiu para a organização pioneira do evento. “É gratificante ver como o número de mulheres, pessoas trans e não binárias (MTNB) que praticam Bike Polo aumentou. Uma iniciativa como essa é relevante para incentivar o esporte para corpos dissidentes que, normalmente, não se sentem à vontade para se envolver em esportes competitivos.”, disse Mands.

Em 2019, Mands começou a utilizar a bicicleta como meio de transporte, além de traçar ciclo viagens e pedalar com os amigos. Relata que o ciclismo lhe proporcionou diversas amizades que jogam Bike Polo e que, em junho de 2022, quando houve o Entrevero — torneio latino-americano de bike polo em Porto Alegre — se sentiu motivada a aprender a jogar.

Os planos de inclusão fazem parte das perspectivas que o Recife Bici Polo tem para o futuro, além de encontrar mais jogadores dispostos a treinar, incentivar campeonatos em Recife e até mesmo sediar o Campeonato Brasileiro. Mas, sobretudo, querem a diversão e a união que só o Bike Polo proporciona.

A primeira edição do Campeonato Brasileiro aconteceu no Rio de Janeiro, em 2013; a segunda foi em Belo Horizonte, em 2014, seguida por São Paulo (2015), Santos (2016), São José dos Campos (2017), Florianópolis (2018), Campo Magro (2019) e Curitiba, em 2023. Foto: Vitória Smarci/Jornal Comunicação.

Você ficou interessado? Acompanhe os grupos de Bike Polo nas mídias sociais para obter mais informações.

Bike Polo Curitiba
Porto Alegre Bike Polo
Bike Polo Floripa
São Paulo Bike Polo e Clube de BiciPolo em São Paulo 
Bike Polo Santos
Bike Polo BSB (Brasília)
BH Bike Polo
Recife Bici Polo
Santiago Bici Polo (Chile)

Eric Rodrigueshttps://ericrodrigues.portfolial.com
Estudante de jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
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Eric Rodrigueshttps://ericrodrigues.portfolial.com
Estudante de jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
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