qui 21 out 2021
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Festival para além dos bastidores

O primeiro dia do 18º Festival de Inverno da UFPR começou bem mais cedo para alguns participantes. Enquanto o primeiro espetáculo, Os Bichos, iniciou às 12h30 no Teatro Municipal, muitos integrantes da equipe da organização do festival já estavam em pé às 8h, com camiseta e crachá. Para isso, muitos chegaram de Curitiba ao longo da semana.
“Tem gente que está aqui desde segunda-feira”, conta Wilson Voitena, designer da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec) e do festival. Segundo Wilson, Antonina já estava de “sobreaviso” e contava com parte da estrutura, viabilizada pela parceria com a prefeitura da cidade. Entretanto, foi preciso trazer muitos equipamentos de Curitiba. Responsável pelo design e atualização diária do site do Festival de Inverno, Wilson explica que a organização está ‘ilhada’, mas precisa estar preparada para atender imprevistos o dia todo. “A gente nunca tem hora para ir dormir, mas tem para acordar”, brinca Wilson. Em geral, todos os trabalhos da organização começam por volta das 8h.

Segundo a coordenadora geral e executiva do festival, Lúcia Mion, cerca de 200 pessoas estão trabalhando no festival, incluindo a equipe da UFPR e da prefeitura de Antonina. A maior parte da equipe organizadora do festival é formada por moradores da cidade.
É o caso de Magda Pawlin e Paula Gouvea, estudantes do curso Técnico em Meio Ambiente do Centro Estadual de Educação Profissional Doutor Brasilio Machado. É a segunda vez que elas participam da organização do festival e, este ano, participam como voluntárias. “Com isso, nós ajudamos a UFPR, divulgamos sobre o curso de Meio Ambiente e promovemos uma conscientização”, diz Magda.

A equipe da UFPR conta com cerca de 30 pessoas. Entre elas, Claudionor Bisol, estudante de Engenharia Madeireira, e Ilson Júnior, do curso de Música. Eles estão trabalhando desde ontem com a manutenção de computadores e equipamentos e, posteriormente, deverão trabalhar nas oficinas. Claudionor conta que pediu dispensa do trabalho para vir. “É melhor que ficar trabalhando em Curitiba”, diz. Ele explica que o trabalho compensa pelas amizades e pela relação com a população de Antonina. “Vou curtir muito essa cidade”, promete Claudionor.
Ilson concorda, e diz que está em Antonina “mais pelo clima do festival do que por qualquer outra coisa”. O estudante conta que fez oficinas no festival do ano passado, gostou e resolveu ajudar na organização neste ano. “Apesar de a gente estar trabalhando aqui, é praticamente uma colônia de férias”, brinca.

Confira mais sobre os bastidores do Festival de Inverno na reportagem da TV Comunicação Montando um festival.
Técnicos ainda ajustam últimos detalhes no palco principal
Manuela Salazar

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