ter 19 out 2021
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Seto Matsuri agita o Museu Oscar Niemeyer

O público que compareceu ao evento pode participar de oficinas, como a de mangá
Créditos: Thaís Slompo

A cultura japonesa marcou presença novamente na Virada Cultural. Realizado durante o último fim de semana (10 e 11 de novembro) no Museu Oscar Niemeyer, o Seto Matsuri  reuniu mais de 25 mil pessoas que puderam desfrutar de comida, música e dança típicas.

O motorista José Figueira levou a esposa e o filho para o evento. Apesar de não ser nipo-descendente, ele frequentava Matsuris em Maringá, sua cidade natal. “Gosto muito desse tipo de evento e esse está muito bom”, opina.

Já o estudante Vínicius Lopes, vestido como o personagem Ash, do desenho Pokemon, discorda e afirma que antigamente os eventos eram melhores. Ele representa a geração que assiste aos tradicionais animes e lê mangás, as histórias em quadrinho no estilo oriental.

A Banda Mais Bonita da Cidade fez, neste domingo, o show mais aguardado do Matsuri. A participação de atrações curitibanas era o desejo do inspirador do projeto, Claudio Seto. “Trazer bandas locais vem de encontro com aquela ideia que o Seto tinha de que não fosse apenas um festival japonês, mas um agregador da cultura local”, afirma uma das produtoras do evento, Mylle Silva.

O Seto Matsuri surgiu em 2009 em homenagem ao artista plástico Claudio Seto, falecido um ano antes. “Começou bem pequenino na Praça do Japão e agora estamos aqui, no MON, na Virada”, analisa Mylle. Esta foi a quarta edição da festa e a terceira realizada durante a Virada Cultural de Curitiba.

Cosplays (representações de personagens de animes e mangás) já são tradicão nos Matsuris.
Créditos: Thaís Slompo
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