qui 29 set 2022
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“A doença que habito”, livro-reportagem resgata atuação dos profissionais de saúde e imprensa durante a epidemia da AIDS em Curitiba

Em entrevistas com médicos e jornalistas, a obra explora como estes profissionais quebraram estigmas e passaram a discutir abertamente sobre doenças, sexualidade e drogas

No Dia Mundial de Combate à AIDS (1/12), o Jornal Comunicação recomenda a leitura do livro-reportagem “A doença que habito: a epidemia que profissionais da saúde e de imprensa um dia decidiram abraçar” (2020). A obra é de autoria do jornalista Pedro Macedo e traz relatos de quem enfrentou o combate à AIDS diretamente do campo de batalha, em Curitiba.

Nas décadas de 1980, a AIDS chegou sem pedir licença. As causas, formas de transmissão e possíveis tratamentos da doença ainda eram desconhecidos pelo campo da saúde, ao mesmo tempo que começava a entrar em pauta nos veículos de comunicação. Entre 1980 e 1990, enquanto profissionais de saúde e da imprensa trabalhavam para compreender a AIDS, a doença fez mais de 115 mil vítimas no país. Em 2019, o Ministério da Saúde estimou que mais de 135 mil brasileiros vivem com a doença e não sabem.

Como a jornalista Lorena Aubrift Klenk destaca no prefácio: “Este livro-reportagem é ao mesmo tempo um alento e um alerta”. A obra é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e foi orientado pelo jornalista e professor José Carlos Fernandes. A produção gráfica é da editora e jornalista Bárbara Tanaka e a produção de capa do ilustrador e artista Douglas Lopes.

A obra completa pode ser acessada por meio deste link.

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