seg 09 fev 2026
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Rede Curitiba Climática convoca ativistas para cobrar autoridades em relação ao Bosque da Copel 

Bosque da Copel, localizado no bairro Bigorrilho, conta com 47 mil metros quadrados de vegetação que abriga nascentes, araucárias e outras espécies nativas mas pode dar lugar a 21 edifícios no local. Moradores apontam materiais publicitários em relação à construção dos imóveis além de relatarem degradação do bosque como o secamento e envenenamento da vegetação natural. A Rede Curitiba Climática (Recc) demonstra apoio à comunidade local e incentiva a cobrança de autoridades sobre o futuro da área.

A vereadora Laís Leão questiona o Ministério Público do Paraná (MP-PR), a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) e a Companhia Paranaense de Energia (Copel) sobre o futuro da área. Em 2018, o então prefeito Rafael Greca e governadora Cida Borghetti, procuraram estabelecer o bosque como Reserva Particular do Patrimônio Natural Municipal (RPPNM). A criação formal da reserva, entretanto, não se concretizou.

Havia uma parte do bosque que pertencia à Copel, porém, foi vendida em setembro de 2024. Segundo a empresa, a área está sob total responsabilidade do novo dono, ficando a cargo do mesmo o zelo com a vegetação nativa além de cumprir com a legislação urbanística e ambiental de Curitiba antes do início de qualquer projeto de empreendimento imobiliário. Dessa forma, a Rede Curitiba Climática encoraja os moradores da região a buscarem informações e a pressionar autoridades em relação à preservação da natureza no Bosque da Copel.

Serviço

(62) 9136-7241 — Pedro Bartolomeu, voluntário da Recc

@reccfaz – Instagram

Izabel Forquim
Estudante de Jornalismo da UFPR e autora no Jornal Comunicação.
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