Bosque da Copel, localizado no bairro Bigorrilho, conta com 47 mil metros quadrados de vegetação que abriga nascentes, araucárias e outras espécies nativas mas pode dar lugar a 21 edifícios no local. Moradores apontam materiais publicitários em relação à construção dos imóveis além de relatarem degradação do bosque como o secamento e envenenamento da vegetação natural. A Rede Curitiba Climática (Recc) demonstra apoio à comunidade local e incentiva a cobrança de autoridades sobre o futuro da área.
A vereadora Laís Leão questiona o Ministério Público do Paraná (MP-PR), a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) e a Companhia Paranaense de Energia (Copel) sobre o futuro da área. Em 2018, o então prefeito Rafael Greca e governadora Cida Borghetti, procuraram estabelecer o bosque como Reserva Particular do Patrimônio Natural Municipal (RPPNM). A criação formal da reserva, entretanto, não se concretizou.
Havia uma parte do bosque que pertencia à Copel, porém, foi vendida em setembro de 2024. Segundo a empresa, a área está sob total responsabilidade do novo dono, ficando a cargo do mesmo o zelo com a vegetação nativa além de cumprir com a legislação urbanística e ambiental de Curitiba antes do início de qualquer projeto de empreendimento imobiliário. Dessa forma, a Rede Curitiba Climática encoraja os moradores da região a buscarem informações e a pressionar autoridades em relação à preservação da natureza no Bosque da Copel.
Serviço
(62) 9136-7241 — Pedro Bartolomeu, voluntário da Recc
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